quarta-feira, 22 de maio de 2013

Poema de Tecumseh


Viva sua vida de forma que o medo da morte nunca possa entrar em seu coração.
Nunca incomode ninguém por causa de sua religião:
Respeite os outros em seus pontos de vista, e exija que eles respeitem os seus.
Ame sua vida, aperfeiçoe sua vida,embeleze todas as coisas em sua vida.
Busque fazer sua vida longa e de serviços para seu povo.
Prepare uma canção fúnebre nobre para o dia quando você atravessar a grande passagem.
Sempre dê uma palavra ou sinal de saudação quando encontrar ou cruzar com um estranho em um local solitário.
Demonstre respeito a todas as pessoas, mas não se rebaixe a ninguém.
Quando você se levantar de manhã, agradeça pela luz, pela sua vida e força.
Dê graças por seu alimento e pela alegria de viver.
Se você não vir nenhuma razão para dar graças, a falha se encontra em você mesmo.
Não toque o aguardente venenoso que transforma os sábios em tolos e rouba deles suas visões. Quando chegar sua hora de morrer, não seja como aqueles cujos corações estão preenchidos de medo da morte, e que quando a hora deles chega eles choram e rezam por um pouco mais de tempo para viverem suas vidas novamente de uma forma diferente.
Cante sua canção de morte, e morra como um herói indo para casa.
Tecumseh

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Fim dos Tempos


Confira os “melhores momentos” da batalha definitiva entre o bem e o mal, profetizada pelo apóstolo João no apocalíptico livro das Revelações.

1.    Bicho de 7 Cabeças: O demônio em forma de dragão surge no céu e atormenta uma mulher grávida. Essa teria uma referência às perseguições sofridas pelos cristãos – inclusive o Massacre de Inocentes ordenado por Herodes.
2.   Batalha Celeste: O arcanjo Miguel enfrenta Lúcifer, um querubim rebelde que deseja “ser como Deus”. Banido do céu, ele é mandado para a Terra, onde se transforma no Diabo e começa a reunir seguidores entre os homens. Assim começa a batalha que vai levar ao fim do mundo.
3.   Livro dos Selos: Deus tem um pergaminho com 7 selos, que representam os primeiros juízos a serem lançados sobre a Terra. Para cada selo que é aberto, uma tragédia acontece.
4.      Cavaleiros: Correspondem aos 4 primeiros selos do livro. O cavalo branco representa o mal disfarçado de bem. O vermelho, a discórdia entre os homens. O negro simboliza fome e miséria no pós-guerra, Já o esverdeado é a morte – e o inferno que virá atrás dele.
5.   Trombeteiros: Eles anunciam desgraças que, uma a uma, recairão sobre Terra: pestes, rios e mares contaminados, gafanhotos gigantes... E um exército maligno com 200 milhões de soldados e cavalos expelindo fogo pelas narinas.
6.      Besta do Mar: Ela emerge para lutar contra os homens de bem – alusão aos mártires do cristianismo mortos por imperadores romanos. Quem lhe confere poderes para a empreitada é o dragão de 7 cabeças.
7.      Besta da Terra: Ela seduz os habitantes da Terra e consegue marcar a todos – “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos” – com símbolo dos adoradores do demônio: o número 666.
8.    Cólera Divina: Anjos derramam mais um pouco da ira de Deus sobre a Terra, dessa vez sob a forma de catástrofes que lembram as pragas do Egito – doenças, rios de sangue, fenômenos climáticos extremos, chuva de meteoros e um terremoto que divide cidades e nações.
9.      Vinda do Messias: Cristo vem à Terra num cavalo branco e tira da própria boca uma espada (Sua palavra como a mais poderosa das armas). Feras e reis reúnem exércitos para lutar contra Ele. A batalha final ocorre em Armagedom, que vem do hebraico Har Meggido, ou Monte Megido.
10.  Juízo Final: Jesus derrota os exércitos do mal e aprisiona o dragão num abismo por mil anos. A fera voltará ao final desse período. Mas o fogo dos céus porá fim aos tempos. Então, chegará a hora do juízo final. Aos bons caberá a vida eterna no paraíso. Aos maus, o inferno e a companhia do diabo.
Fonte: SUPER INTERESSANTE – Coleções. As Maiores Batalhas da Bíblia – 2012.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Minha fé é o Iluminismo

"Eu espero que condições saudáveis logo se imponham na Alemanha, e no futuro grandes homens como Kant e Goethe não sejam simplesmente festejados de tempos em tempos, mas que os princípios que eles ensinaram prevaleçam na vida pública e na consciência geral." Albert Einstein sobre seu desejo de uma Alemanha livre da tirania nazista.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Shoá - Reflexão por um mundo mais tolerante


"Caro Professor

Eu sou um sobrevivente de um campo de concentração.

Meus olhos viram o que nenhum ser humano deveria testemunhar.

Câmaras de gás construídas por engenheiros ilustres.

Crianças envenenadas por médicos altamente especializados.

Recém-nascidos mortos por enfermeiras diplomadas.

Mulheres e bebês assassinados e queimados por gente formada

em ginásio, colégio e universidade.

Por isto, caro professor, eu duvido da educação.

E eu lhe formulo um pedido:

Ajude seus estudantes a se tornarem humanos. Seu esforço,

professor, nunca deve produzir monstros eruditos e cultos,

psicopatas e Eichmans educados.

Ler e escrever aritmética são importantes somente se servirem

para tornar nossas crianças seres mais humanos."

Carta de um sobrevivente da Shoá endereçada a Janusz Korczac (Médico e Educador que acompanhou 200 crianças de seu orfanato para as câmaras de gás de Auschwitz).

* Shoá é o termo em hebraico para o genocídio nazista contra seis milhões de judeus, quinhentos mil ciganos, testemunhas de Jeová, milhares de homossexuais, comunistas e intelectuais.



Kaká do Mal

Como todos já sabem, o Kaká foi desmascarado, sua face de bom moço caiu por terra, depois que o mundo viu as cenas de extrema violência contra a gentil seleção da Costa do Marfim, situação que motivou sua expulsão. Por isso, resolvi coletar mais provas do caráter desse jogador e divulgar para que todos saibam, que o Kaká é do Mal.

*Kaká, após a sua expulsão, xingou agressivamente o juiz: "Seu cara de melão".
* Certo dia, Kaká comprou um CD "Salmos de Cid" pirata.
* Kaká já participou do Alcoólicos Anônimos, pois uma vez tomou uma colher de Biotônico Fontoura.
* Na escolinha, Kaká ofereceu refrigerante a um amiguinho mas apertou o canudinho pra não sair muito.
* Kaká tinha no quarto um recorte da revista Avon com uma mulher de babydoll escondido.
* Kaká já gritou "Toca Raul" em um show de rock que ele estava vendo pela TV.
* Uma vez, Kaká não atendeu a campainha e fingiu que não estava em casa.
* Kaká baixa MP3 da internet e não apaga mensagem errada no Twitter.
* Kaka costuma ler na revista Contigo o que vai acontecer na novela.
* Kaká já limpou os dentes com palitos no restaurante e devolveu para o potinho
* Kaká deixa a toalha molhada em cima da cama
* Kaká já pensou em chamar o Dunga de Zangado e o Jorginho de Soneca, mas não fez para não ofendê-los
* Kaká já deixou comentários pela Internet com outro nome só para sacanear
* Kaká uma vez ficou com inveja da Sandy porque ela era mais virgem do que ele.
* Kaká, na escola, respondia "presunto" na hora da chamada.
* Ele descobriu que o Papai Noel não existe no ano retrasado e guardou segredo.
* Kaká já telefonou para sua mulher dizendo que estava chegando, mas nem tinha saído de casa ainda.
* Uma vez, o Kaka pisou numa formiga, e ela morreu.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Em Tempos de Bom Futebol

As minhas melhores lembranças daquela fase em que não somos mais crianças e tampouco adolescentes, é num campinho de futebol. Época em que após a chegada da escola, almoçava rapidamente já de olho na bola que ficava pacientemente me esperando para ser chutada.

Com os pés descalços atravessava a rua em direção aquele descampado formado por chão de terra vermelha batida, o qual parecia aos meus olhos o melhor campo do mundo.

Em ocasiões especiais organizávamos campeonatos entre ruas ou vilas, e os troféus eram sempre o prazer de vencer o adversário, colocávamos as traves, normalmente caibros emprestados de alguma obra local e a cada gol marcado ou jogada mais trabalhada aplaudíamos.

Na maioria das vezes jogávamos mesmo entre nós, os colegas da turma, era o time do fulano contra o time do cicrano, não tinha necessidade de estabelecer regras, porque essas já existiam no consciente coletivo.

Corríamos até o pulmão arder, chutávamos até o pé criar bolhas, e as canelas secas de tão magras ostentavam lindas marcas arroxeadas que se destacavam e nos enchia de orgulho, pois ali era o registro do drible perfeito que tinha humilhado o nosso oponente.

Lembro das mães no entardecer, gritando quase que ao mesmo tempo o nome de cada um dos seus filhos, e só parávamos o jogo, quando o dono da bola era ameaçadoramente chamado por sua mãe.

Em casa, era banho, fazer a lição, comer, ver um programa na TV e antes das 10 da noite, independente de poder ou não ficar mais tempo acordado, o sono nos levava. E os sonhos sempre começavam com a bola, ali esperando pacientemente para ser chutada.